A fé que aparece terça-feira, jun 2 2009 

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E Jesus, vendo a fé deles…- Mt 9.2

Eles foram buscar seu amigo que era paralitico, trouxeram-no na maca onde ele se deitava. Ao chegarem à casa onde Jesus se encontrava pregando, esta se encontrava lotada e sem condições de abrigar mais aquele grupo que acabava de chegar. Os homens olharam para cima e viram que a única forma de entrar ali seria por cima. Subiram no telhado, abriram ali um buraco e, com a ajuda de cordas, desceram o amigo diante de Jesus. Quanto esforço! Jesus viu a fé daqueles homens. Ele “viu” a fé. Como se pode ver a fé, uma vez que se trata de algo abstrato? Aqueles homens nos ensinaram como.

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Os deuses desceram até nós quinta-feira, maio 14 2009 

Quando o povo viu o que Paulo havia feito, começou a gritar na sua própria língua: —Os deuses tomaram a forma de homens e desceram até nós! – Atos 14.11

Na cidade de Listra, onde o povo era adorador de deuses estranhos e onde o templo de Júpiter ficava na entrada da cidade, Paulo e Barnabé chegaram e anunciaram a Cristo. Ao que parece, a princípio não lhe deram muita atenção. Mas, quando os apóstolos ordenaram que um paralítico de nascença se levantasse e andasse e ele assim o fez, o jogo virou. O povo ficou espantado com o milagre realizado e se voltaram para os apóstolos. Mas, eles não se voltaram para os apóstolos para ouvir o que eles pregavam. O povo se voltou para os apóstolos acreditando que os deuses haviam descido até eles. Eles disseram que Paulo era Mercúrio e Barnabé era Júpiter. Eles só estavam trocando uma idolatria por outra. E quantas vezes isso se repete hoje!

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Eu o perdoei terça-feira, mar 17 2009 

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Dentro do escritório pastoral, o clima estava tenso. O pastor olhava para o obreiro com perplexidade e, o pior, com raiva. Ali estava uma pessoa em quem o pastor havia confiado. Ele era responsável por algumas tarefas na igreja. Mas ele havia traído a confiança do pastor, ou melhor, de Deus. Ele havia caído num pecado de ordem moral muito grave.

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Quando o vinho se acaba terça-feira, fev 17 2009 

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João 2.1-11

Jesus foi convidado a uma festa de casamento e atendeu ao convite. Uma festa representa a vida humana, ou o que o homem gostaria que sua vida fosse. Todos desejamos que nossa vida seja uma festa, cheia de alegria e movimento. Porém, num determinado ponto da festa o vinho acabou. O vinho era a alegria da festa. Naquela época, uma festa seria tida como boa ou má de acordo com a quantidade e com a qualidade do vinho servido. O vinho desta festa acabou. Que vexame! O vinho acabou. Muitos têm experimentado o momento em que o vinho de suas vidas acabou. Acabou a alegria de viver. Tudo ficou sem graça e sem sentido. A vida que era uma festa perdeu a alegria.

Os que sentarão à mesa no Reino quinta-feira, fev 5 2009 

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Quando Jesus ouviu isso, ficou muito admirado e disse aos que o seguiam:-Eu afirmo a vocês que isto é verdade: nunca vi tanta fé, nem mesmo entre o povo de Israel! E digo a vocês que muita gente vai chegar do Leste e do Oeste e se sentar à mesa no Reino do Céu com Abraão, Isaque e Jacó. Mas as pessoas que deviam estar no Reino serão jogadas fora, na escuridão. Ali vão chorar e ranger os dentes de desespero – Mt 8.10-12.

Deus quer encontrar fé no meio do seu povo, pois sem fé é impossível agradá-lo. Mas acontece que, muitas vezes, o tipo de fé que Deus quer encontrar no seu povo Ele acaba encontrando em pessoas que não fazem parte da instituição.

Salvação é um milagre quarta-feira, jan 14 2009 

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É mais difícil um rico entrar no Reino de Deus do que um camelo passar pelo fundo de uma agulha. – Mc 10.25

Será que com estas palavras o Senhor Jesus estava dizendo que é impossível a um rico entrar no reino de Deus? É claro que não! Vamos encontrar muitos ricos no reino de Deus. Então o que Ele estava ensinando aqui?

O que é preciso para que um camelo passe pelo fundo de uma agulha? Com certeza um milagre! Eis o que Jesus estava ensinando, que salvação é um milagre.

Como é bom nós nos lembrarmos disso! Salvação é um milagre! Se uma determinada experiência não for um milagre, então não é salvação.

Mudar de roupa não é milagre, logo não é salvação;

Trocar de religião não é milagre, logo não é salvação;

Andar com uma Bíblia não é um milagre, logo não é salvação;

Ir a uma igreja não é milagre, logo não é salvação…

Mudança de caráter é milagre;

Mudança de pensamentos é milagre;

Mudança de visão da vida é milagre;

Mudança de coração é milagre.

Milagre é algo que somente Deus pode fazer. O homem pode criar religiões, mas não pode transpor o abismo que existe entre ele e Deus.

O grande testemunho de salvação não é quando dizemos o quanto estamos mudados, pois muitas vezes enganamos a nós mesmos. O grande testemunho de salvação é quando aqueles que convivem conosco podem declarar o quanto estamos mudados, pois salvação é transformação de vida. Jesus disse: “O vento sopra onde quer, e ouve-se o barulho que ele faz, mas não se sabe de onde ele vem, nem para onde vai. A mesma coisa acontece com todos os que nascem do Espírito” (Jo 3.8). O vento não pode ser visto, mas onde ele está, todos ficam sabendo por sua ação. Se o Espírito Santo operou e está operando a salvação em uma vida, é impossível isso ficar escondido. Os efeitos do Vento que sopra nesta vida serão vistos por todos.

É claro que isso não é algo instantâneo, pois ninguém muda da noite para o dia. Mas dia a dia, o vento do Espírito vai soprando e operando mudanças em nossas vidas. Cada dia em uma área, caminhando e sendo transformados. Este é o grande milagre da salvação.

Jeremias disse que o homem tentar operar este milagre à parte de Deus é como um leopardo tentar tirar suas manchas (Jr 13.23). Impossível ao homem, mas possível para Deus.

Que vantagem tem Israel… e a Igreja? sexta-feira, dez 12 2008 

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Rm 2.17-29

Sem dúvida, o povo de Israel ocupou uma posição importante diante de Deus. Eles foram o povo escolhido para mostrar ao mundo quem é o único Deus verdadeiro. Eles receberam a lei de Deus e se orgulhavam disso. Gostavam de ser guia de cegos e luz para os que estavam nas trevas. Eles eram os grandes instrutores, pois, pela palavra de Deus, eles sabiam o que era certo e o que era errado. Eles eram o povo de onde viria o Messias. Mas…

Eles entenderam errado sua posição diante de Deus e entenderam errado o papel da lei de Deus. Eles não foram salvos do Egito por guardarem a lei. Eles veneravam a lei, mas deixavam que ela ficasse somente em tábuas de pedra e não em suas vidas. Eles consideravam Deus como uma propriedade sua e não que eles eram uma propriedade de Deus. Esta mesma lei foi se tornando uma religião que mexia com o exterior do homem mas não tocava em sua conduta e em suas intenções.

Eles ensinavam, mas não viviam o que ensinavam. Eles condenavam o adultério publicamente, mas cobiçavam em segredo. Eles abominavam os ídolos de pedra e de metal, mas formavam ídolos em seus corações. Eles decoravam os livros da lei a ponto de citar desde o Gênesis até o Deuteronômio de cor sem encarnar o espírito desta lei. Sim, para eles era suficiente decorar um versículo ao invés de vivê-lo. Eles chamavam de incircuncisos a qualquer um que não fosse da nação, lembrando que eles não faziam parte da aliança com Deus, mas não observavam que muitos destes gentios a quem não foi dada nenhuma pedra com mandamentos guardavam as leis de Deus inscritas em suas consciências. Eles diziam aguardar o Messias, mas quando ele apareceu, foi rejeitado por eles.

Por essas coisas, Paulo diz que eles eram indesculpáveis diante de Deus.

Mas, seria somente a eles que essas palavras estriam se dirigindo? E a igreja hoje, estaria em melhores condições diante de Deus?

Se nos analisarmos com cuidado veremos que em muitas coisas nos assemelhamos a Israel. Tomemos cuidado para que não nos tornemos um povo que idolatra um livro mas não consegue vivê-lo. Tomemos cuidado para que não nos satisfaçamos em decorar versículos da Bíblia a ponto de nos tornarmos verdadeiras concordâncias bíblicas sem que estes mesmos versículos tenham qualquer influência sobre nosso caráter. Tomemos cuidado para que não sejamos o povo que fala tanto do Messias, mas que quando Ele se manifesta, não o reconhecemos ou até nos opomos a Ele.

Israel foi cortado por conta desta perversão dos caminhos de Deus. E nós? O que será de nós? Que Deus tenha misericórdia!

O Espírito de Religião sexta-feira, set 19 2008 

Lc 18.9-14

O desejo de Deus é que vivamos uma vida ligada a Ele como de um galho ligado à árvore. A vida que flui na árvore, flui nos galhos. Esse é o ideal de Deus para nós.
Mas o diabo criou uma imitação desta vida, que é a religiosidade. Desde a queda, vemos uns caminhando numa relação viva com Deus, outros andando num espírito de religião.
Vemos Adão tentando cobrir sua nudez com folhas de figueira. Isso é religião. Isso é o homem tentando cobrir a si mesmo. Mas vemos também Deus fazendo vestes de peles de animal e cobrindo a nudez do homem. Isso é graça, é Deus trabalhando em favor do homem e o homem desfrutando do que Deus dá.
Vemos os homens levantando uma torre para alcançar o céu com ela. Ao mesmo tempo, o que eles queriam era ficar famosos. Isso é religião. É o homem tentando alcançar o céu com seu “trabalho” e ao mesmo tempo querendo tornar célebre o próprio nome. Mas vemos também Abraão levantando um altar e invocando a Deus. Na vida com Deus temos um altar, a cruz, através do qual podemos invocar o nome do Senhor e sermos salvos, curados, protegidos. Através deste altar alcançamos o céu.
O espírito da religião cega o homem e lhe traz uma falsa segurança.
O espírito da religião é assassino. Os religiosos foram os maiores opositores do trabalho de Jesus.
O espírito da religião faz a pessoa pensar que está salvando alguém, quando na verdade o está transformando num filho do inferno.

Marcas de um espírito de religião:
– Perfeccionismo
– Mais valor às interpretações do que à própria Bíblia
– A graça de Deus o ofende. Como o irmão mais velho do filho pródigo
– Colhem mosquitos e engolem camelos
– Acham que serviço e vida com Deus são sinônimos
– Preocupam-se mais com a reputação do que com a realidade do ser
– Confinam Deus aos seus dogmas

Ponte ou Barreira quinta-feira, set 11 2008 


Ele (Zaqueu) estava tentando ver quem era Jesus, mas não podia, por causa da multidão – Lc 19.3

Zaqueu exercia uma profissão que era considerada a pior coisa que um judeu poderia fazer, cobrador de impostos; pior, chefe deles. Um cobrador de impostos era proibido de entrar nas sinagogas, seus filhos eram marginalizados, e se dizia que Deus nunca lhes perdoaria o pecado de cobrar impostos de sua nação para outra, mesmo que eles se arrependessem. Os únicos amigos de um publicano, eram outros publicanos.

Um dia Zaqueu ouviu dizer que um certo Jesus estava entrando em Jericó. Este Jesus era tão poderoso que na entrada da cidade havia curado Bartimeu, um conhecido cego. Zaqueu foi ver quem era este homem, mas, quando chegou ao local onde Jesus estava uma multidão em volta dEle o impediu de ver quem era Jesus.

Na verdade, aquilo era o que sempre havia acontecido. Uma multidão sempre havia impe-dido Zaqueu de enxergar quem era Deus. A visão que as pessoas passavam de Deus era uma verdadeira barreira. O pior é que esta visão distorcida de Deus na maioria das vezes vinha dos religiosos.

Isso acontece hoje quando aqueles que dizem conhecer a Deus afastam as pessoas dEle com sua visão distorcida.

Isso acontece hoje quando o chamado “povo de Deus” afasta as pessoas de Deus por seu comportamento.

Isso acontece hoje quando os religiosos afastam as pessoas de Deus por sua “doutrina”.
Foi o próprio Jesus quem teve que olhar para Zaqueu por cima da multidão e chamá-lo pelo nome. Jesus teve que manifestar-se diretamente para ele.

O pior é que, os mesmos que impediam Zaqueu de ver quem era Jesus, começaram a res-mungar quando Jesus se propôs a entrar na casa dele.

Muitas pessoas estão tendo um encontro direto com Jesus através de uma manifestação pes-soal e direta a elas. E quando isso acontece, os religiosos resmungam e questionam. Para eles, Jesus tem de passar por eles para chegar até Zaqueu, e Zaqueu tem que passar por eles para chegar até Jesus.

Mas Deus é livre!

Deus é livre tanto para manifestar-se através de um povo como para manifestar-se à parte de um povo.

Isso acontece porque muitas vezes a “igreja” ao invés de servir de ponte, serve de barreira.

O bem que mata sexta-feira, set 5 2008 

Gênesis 2.8,9

Ao criar o homem, Deus o colocou num jardim em cujo centro haviam duas árvores: a árvore da vida e a árvore do conhecimento do bem e do mal. Uma árvore transmitia vida, a outra morte. É interessante que se uma árvore era a árvore da vida, a outra que era oposta, deveria se chamar de árvore da morte. Mas não, ela era chamada de árvore do conhecimento do bem e do mal. Isso mostra que o oposto da vida na verdade é o conhecimento do bem e do mal.
Eu acredito que essas duas árvores mostram dois princípios de conduta. Uma é a conduta dirigida pela vida de Deus em nós. Quando andamos segundo a vida de Deus, não somos somos guiados por leis escritas em pedras mas sim pela unção de Deus em nós. Quantas coisas nas quais as Escrituras não se pronunciam e que dependemos da vida de Deus agindo em nossas consciências. Alguns se aproveitam destes “silêncios escriturísticos” para criar normas e gravá-las em pedras. Mas, quanto a isso, disse João: Filhinhos vós tendes a unção do Santo e sabeis todas as coisas.
Os que andam segundo a árvore do conhecimento do bem e do mal, vivem de acordo com o conceito de certo e errado, de pode e não pode. Mas, até o bem que estas pessoas fazem, é um bem segundo o princípio errado. Vejam Saul oferecendo o holocausto (algo bom) mas sendo rejeitado por Deus por isso. Outra hora ele poupa o melhor do gado de Amaleque para oferecer a Deus e também poupa a vida do rei Agague. Que homem bonzinho!!! Mas, diz a Bíblia que ele estava levantando um monumento para si mesmo. Saul era um homem bom, segundo a árvore do conhecimento do bem e do mal. Neste princípio, até o bem que a pessoa faz, não edifica, não abençoa e até cria confusões.
No caminho da vida, muitas vezes temos que dizer a alguns: “se vira”.
No caminho da vida às vezes temos que fazer coisas que, aos olhos dos outros não é o certo.
No caminho da vida às vezes temos que agir de maneira que nos torna impopulares.
Mas…
Este é o caminho que agrada a Deus.

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