Acorda segunda-feira, jun 22 2009 

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Aí parou, sentou-se na sombra de uma árvore e teve vontade de morrer. Então orou assim: Já chega, ó SENHOR Deus! Acaba agora com a minha vida! Eu sou um fracasso, como foram os meus antepassados. Elias se deitou debaixo da árvore e caiu no sono. De repente, um anjo tocou nele e disse: —Levante-se e coma – 1 Re 19.4,5

Após ver a resposta de Deus e presenciar um espetáculo que deveria avivar sua fé, ele deu de cara com a dura realidade de que existem pessoas que não se comovem com qualquer que seja manifestação de Deus. Ele esperava que seus governantes se voltassem para Deus, mas isso não aconteceu. Daí, ele se frustrou. Além disso, ele foi ameaçado de morte e ficou com medo. Ele estava vendo que, podemos ser pessoas que, através da oração, fazem até mesmo cair fogo do céu, que isso não impedirá que venham as decepções da vida.

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Obediente à visão celestial segunda-feira, jun 8 2009 

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Por isso, ó rei Agripa, não fui desobediente à visão celestial – At 26.19

Ao se encontrar com o Senhor Jesus no caminho de Damasco, Paulo entrou num projeto de vida planejado pelo próprio Deus para ele. Ali Deus lhe mostrou qual era este projeto, levar o evangelho aos gentios. A partir daí, Paulo caminhou sempre nesta direção.

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Sempre alegre quinta-feira, jun 4 2009 

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Alegrai-vos sempre – Fp 4.4

Quem falou isso não foi um pregador de auto-ajuda, nem aquele tipo de pessoa que acredita que basta dizer as palavras certas para tudo correr bem. Também não era alguém que acreditava que se tivermos fé, não passaremos por provas e tribulações. Não. Quem estava falando isso era um homem que sabia o que era sofrer. Este homem sabia o que era estar aflito, abandonado pelos amigos, ser acoitado, não ver o trabalho crescer como desejava, ser desacreditado até mesmo pelos seus filhos na fé. Sim, ele sabia o que era passar por poucas e boas. Paulo sabia do que estava falando e não estava mandando que os filipenses fizessem algo que ele mesmo não fazia. Foi na carta aos filipenses que Paulo disse que estava experimentado em todo tipo de situação e que aprendeu a estar alegre, por elas e apesar delas (4.11).

Mas, como ser assim?

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Cuidado com os mensageiros do desânimo terça-feira, maio 26 2009 

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Assim, espalharam notícias falsas entre os israelitas a respeito da terra que haviam espionado. Eles disseram: —Aquela terra não produz o suficiente nem para alimentar os seus moradores. E os homens que vimos lá são muito altos – Nm 13.32

Aqueles doze homens foram enviados à terra de Canaã com a missão de observar a terra e trazer notícias ao povo que viesse a inspirá-los. Já fazia dois anos que eles haviam saído do Egito em direção à terra prometida e estavam ansiosos para por os pés na terra que manava leite e mel. Aqueles homens deveriam trazer também frutos da terra. O povo precisava sentir o gostinho da terra. E lá vinham eles voltando após quarenta dias de expedição pela terra. Antes mesmo que eles falassem qualquer coisa, o povo já viu o imenso cacho de uvas trazido por dois homens. Nunca haviam visto um cacho de uvas tão grande. Se alguém tivesse lhes contado de um cacho de uvas que necessitava de dois homens para ser carregado, eles não teriam acreditado. Mas, lá estava ele, diante dos seus olhos. Eles ficaram com água na boca em relação à terra.

– De fato a terra é rica – disseram os homens. O povo deve ter urrado de alegria.

– Mas… – Mas o que? Não era tudo o que eles precisavam ouvir? Tinha que ter um “mas”?

– Os que moram lá são fortes, e as cidades são muito grandes e têm muralhas. Além disso, vimos ali os descendentes dos gigantes. Não podemos atacar aquela gente, pois é mais forte do que nós.

Ah! Se aqueles dez homens tivessem noção do que estavam provocando naquele povo. O povo, que antes estava vibrando de alegria, começou a reclamar, a chorar e a se revoltar. Sim, as palavras têm o poder de influenciar mais do que se possa imaginar.

Dois daqueles 12, Josué e Calebe, ainda tentaram reverter a situação mostrando que por mais que os desafios fossem grandes, eles poderiam vencê-los. Josué e Calebe viram os mesmos gigantes que os outros e viram também as cidades muradas. Mas, eles olharam para além delas, eles viram soluções, eles olharam para aqueles desafios com fé.

Todos nós devemos ter os pés no chão. Ignorar os desafios não é fé, mas sim, triunfalismo. Triunfalismo é uma imitação pirata da fé. A diferença entre os dez e os dois foi na forma que eles encararam os desafios. Os dez viram nos desafios, barreiras intransponíveis. Os dois viram nos desafios oportunidades para conquistar.

Infelizmente, o povo deu mais atenção à maioria. Eh maioria! Por que será que parece que é sempre mais fácil segui-la? Por que será que uma palavra negativa, na maioria das vezes, produz mais efeito do que uma positiva?

O povo reclamou e disse que seria melhor morrerem naquele deserto, e foi isso o que aconteceu com eles. Josué e Calebe disseram que conseguiriam possuir a terá e vencer os gigantes, e foi isso o que aconteceu com eles.

Não faltam quem vem a nós com palavras que podem nos fazer sentir-nos como gafanhotos (gafanhoto é praga). Não faltam quem vem nos mostrar o tamanho das muralhas pela frente. Não faltam quem vem a nós mostrar-nos os gigantes. Não faltam quem vem a nós nos dizer que não poderemos.

Mas, cabe a nós fecharmos os nossos ouvidos aos mensageiros do desânimo. Que Deus nos livre de sermos mensageiros de desânimo. Que nossas palavras produzam fé e inspiração nas pessoas. Em Josué e Calebe havia outro espírito. Que haja este espírito em nós também! Só assim conquistaremos.

O vôo da fênix quinta-feira, maio 21 2009 

Sempre fui admirador de pessoas que exercem a capacidade de se levantarem do meio das cinzas, pois nesta vida, nem tudo sairá da maneira que esperávamos. Muitas vezes seremos atingidos por coisas que machucarão nossos corações, coisas que nos farão chorar, coisas que nos darão a impressão de que o chão desapareceu de debaixo dos nossos pés. Quando estas coisa acontecem, é normal primeiramente nos sentirmos abatidos. Quem tem sangue de barata? Mas, o que nos tornará pessoas admiradas e fonte de inspiração para outros será nossa reação. É isso ai! Guarde esta palavra, “Reagir”.

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Segue-me tu quarta-feira, maio 20 2009 

 

Vendo Pedro a este, disse a Jesus: Senhor, e deste que será? Disse-lhe Jesus: Se eu quero que ele fique até que eu venha, que te importa a ti? Segue-me tu – Jo 21.21,22

Pedro olhou para trás e viu um outro que caminhava logo atrás dele e do Mestre. Pedro quis saber do Mestre: “o que será deste?”. Pedro fez o que nós gostamos de fazer ao olharmos a nossa volta.

Muitas vezes vemos a situação da chamada “igreja” que, ao mesmo tempo em que tem sua multidão de pessoas maravilhosas e que dão orgulho e alegria a Deus, tem também aquelas pessoas que mancham o nome da instituição (o de Deus não). Muitas vezes ficamos confusos e perguntamos também, o que serão destes? O que será da instituição igreja? O que será dos líderes, dos apóstolos, dos pastores e de seus seguidores? Às vezes nos sentimos como que no meio de uma grande máquina da qual somos somente o óleo ou o combustível. Quando pensamos que estamos crescendo, vemos sim o aumento de uma religião com pouca influência como sal e luz. O que será disto tudo?

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O vale das lágrimas quarta-feira, mar 18 2009 

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Ela estava sendo um verdadeiro desafio para mim e para outros que oravam por ela. A irmã Cida era uma das pessoas mais antigas da igreja (ela havia se batizado junto comigo) e com certeza um exemplo de santidade e fé. Mas, lá estava esta irmã a cada dia definhando com uma enfermidade que fazia com que ela emagrecesse ao mesmo tempo em que suas pernas inchavam assustadoramente. Mesmo assim, todos os dias ela estava ali nos cultos nos quais ela me ajudava como obreira. Ela sentida dores e fraqueza, mas lá estava ela cheia de fé e de palavras de conforto.

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A bênção do esquecimento quarta-feira, fev 18 2009 

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Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão – Fl 3.13

Aqui Paulo dá o segredo de avançar: esquecer das coisas que ficam para trás. Ninguém pode crescer e avançar se não receber a bênção do esquecimento. É claro que há coisas da quais Deus não quer que esqueçamos. Mas existem outras que sim, Ele quer que fiquem para trás. Há coisas que são verdadeiras âncoras, que seguram o barco de nossas vidas e impedem que vamos para frente.

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Quando o vinho se acaba terça-feira, fev 17 2009 

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João 2.1-11

Jesus foi convidado a uma festa de casamento e atendeu ao convite. Uma festa representa a vida humana, ou o que o homem gostaria que sua vida fosse. Todos desejamos que nossa vida seja uma festa, cheia de alegria e movimento. Porém, num determinado ponto da festa o vinho acabou. O vinho era a alegria da festa. Naquela época, uma festa seria tida como boa ou má de acordo com a quantidade e com a qualidade do vinho servido. O vinho desta festa acabou. Que vexame! O vinho acabou. Muitos têm experimentado o momento em que o vinho de suas vidas acabou. Acabou a alegria de viver. Tudo ficou sem graça e sem sentido. A vida que era uma festa perdeu a alegria.

Quando a Paciência se Esgota segunda-feira, jan 5 2009 

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Então Moisés ouviu o choro do povo. Cada família chorava na entrada da sua barraca. O SENHOR ficou muito irado. E Moisés também ficou aborrecido – Nm 11.10

Mais uma vez o povo de Israel começou a murmurar contra Deus e contra Moisés. Foram os estrangeiros quem começaram a murmuração e Israel foi no embalo deles. Eles queriam carne para comer. Eles já tinham água, já tinham o pão que caia do céu, mas agora eles queriam carne. Nenhum problema em querer carne. O problema estava em que eles não haviam aprendido a pedir a Deus o que eles queriam. Eles choravam e reclamavam. Quantas vezes nós nos parecemos com eles nos momentos de necessidade!

Diz a Bíblia que Deus ficou irado com aquilo. E nós sabemos que quando Deus fica irado… Mas, graças a Deus que lá estava Moisés para interceder por eles, não é? Não, desta vez não. Está escrito que Moisés também ficou aborrecido com o povo. Desta vez o grande intercessor não se colocou entre Deus e o povo para implorar a misericórdia de Deus. O paciente Moisés estava com a paciência esgotada. É isso ai. Mesmo o homem mais manso da terra, também perde a paciência. E não há nada mais forte para fazer alguém ficar triste do que a ingratidão das pessoas. Moisés poderia estar tranqüilo e sossegado cuidando do rebanho de seu sogro. Mas ele abriu mão de sua tranqüilidade para voltar ao Egito e encarar faraó em favor do povo. Quando Deus decidiu matá-los por haverem feito o bezerro de ouro para adorar, Moisés clamou a Deus para que os poupasse e Deus lhe atendeu. Seria de se esperar que o povo fosse um pouco grato, mas não foi isso que aconteceu. Infelizmente, são as pessoas a quem mais ajudamos e acolhemos quem mais nos deixam tristes por sua ingratidão.

Moisés ficou tão triste que desejou até mesmo a morte.

Mas, o Deus que conhece os nossos limites veio ajudá-lo. Deus levantou setenta homem que teriam o mesmo espírito que havia em Moisés para que o ajudassem. Sim, nos momentos de tristeza, Deus levanta pessoas leais que nos ajudam a carregar nossas cargas. Se ele não fizesse isso o que seria de nós?

Deus sabe o que é perder a paciência. Deus sabe o que é enfrentar a ingratidão das pessoas. Clamemos então a Ele.

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