Respeito pelos ateus e céticos quinta-feira, jun 18 2009 

image Outro dia vi, num programa de televisão, um rapaz muito conhecido por seu ceticismo e ateísmo. É alguém que procura negar a todo custo a existência do criador, do espiritual, do sobrenatural, enfim de tudo o que os olhos não podem ver e a ciência não pode explicar. Ele falou do preconceito e da discriminação que os ateus e céticos sofrem, mas mostrou preconceito e discriminação tanto ou mais do que a que diz que eles sofrem por aqueles presentes no programa e por suas crenças. Quando acabou o programa, fiquei com alguns pensamentos na cabeça…

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A fé que aparece terça-feira, jun 2 2009 

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E Jesus, vendo a fé deles…- Mt 9.2

Eles foram buscar seu amigo que era paralitico, trouxeram-no na maca onde ele se deitava. Ao chegarem à casa onde Jesus se encontrava pregando, esta se encontrava lotada e sem condições de abrigar mais aquele grupo que acabava de chegar. Os homens olharam para cima e viram que a única forma de entrar ali seria por cima. Subiram no telhado, abriram ali um buraco e, com a ajuda de cordas, desceram o amigo diante de Jesus. Quanto esforço! Jesus viu a fé daqueles homens. Ele “viu” a fé. Como se pode ver a fé, uma vez que se trata de algo abstrato? Aqueles homens nos ensinaram como.

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Cuidado com os mensageiros do desânimo terça-feira, maio 26 2009 

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Assim, espalharam notícias falsas entre os israelitas a respeito da terra que haviam espionado. Eles disseram: —Aquela terra não produz o suficiente nem para alimentar os seus moradores. E os homens que vimos lá são muito altos – Nm 13.32

Aqueles doze homens foram enviados à terra de Canaã com a missão de observar a terra e trazer notícias ao povo que viesse a inspirá-los. Já fazia dois anos que eles haviam saído do Egito em direção à terra prometida e estavam ansiosos para por os pés na terra que manava leite e mel. Aqueles homens deveriam trazer também frutos da terra. O povo precisava sentir o gostinho da terra. E lá vinham eles voltando após quarenta dias de expedição pela terra. Antes mesmo que eles falassem qualquer coisa, o povo já viu o imenso cacho de uvas trazido por dois homens. Nunca haviam visto um cacho de uvas tão grande. Se alguém tivesse lhes contado de um cacho de uvas que necessitava de dois homens para ser carregado, eles não teriam acreditado. Mas, lá estava ele, diante dos seus olhos. Eles ficaram com água na boca em relação à terra.

– De fato a terra é rica – disseram os homens. O povo deve ter urrado de alegria.

– Mas… – Mas o que? Não era tudo o que eles precisavam ouvir? Tinha que ter um “mas”?

– Os que moram lá são fortes, e as cidades são muito grandes e têm muralhas. Além disso, vimos ali os descendentes dos gigantes. Não podemos atacar aquela gente, pois é mais forte do que nós.

Ah! Se aqueles dez homens tivessem noção do que estavam provocando naquele povo. O povo, que antes estava vibrando de alegria, começou a reclamar, a chorar e a se revoltar. Sim, as palavras têm o poder de influenciar mais do que se possa imaginar.

Dois daqueles 12, Josué e Calebe, ainda tentaram reverter a situação mostrando que por mais que os desafios fossem grandes, eles poderiam vencê-los. Josué e Calebe viram os mesmos gigantes que os outros e viram também as cidades muradas. Mas, eles olharam para além delas, eles viram soluções, eles olharam para aqueles desafios com fé.

Todos nós devemos ter os pés no chão. Ignorar os desafios não é fé, mas sim, triunfalismo. Triunfalismo é uma imitação pirata da fé. A diferença entre os dez e os dois foi na forma que eles encararam os desafios. Os dez viram nos desafios, barreiras intransponíveis. Os dois viram nos desafios oportunidades para conquistar.

Infelizmente, o povo deu mais atenção à maioria. Eh maioria! Por que será que parece que é sempre mais fácil segui-la? Por que será que uma palavra negativa, na maioria das vezes, produz mais efeito do que uma positiva?

O povo reclamou e disse que seria melhor morrerem naquele deserto, e foi isso o que aconteceu com eles. Josué e Calebe disseram que conseguiriam possuir a terá e vencer os gigantes, e foi isso o que aconteceu com eles.

Não faltam quem vem a nós com palavras que podem nos fazer sentir-nos como gafanhotos (gafanhoto é praga). Não faltam quem vem nos mostrar o tamanho das muralhas pela frente. Não faltam quem vem a nós mostrar-nos os gigantes. Não faltam quem vem a nós nos dizer que não poderemos.

Mas, cabe a nós fecharmos os nossos ouvidos aos mensageiros do desânimo. Que Deus nos livre de sermos mensageiros de desânimo. Que nossas palavras produzam fé e inspiração nas pessoas. Em Josué e Calebe havia outro espírito. Que haja este espírito em nós também! Só assim conquistaremos.

O vôo da fênix quinta-feira, maio 21 2009 

Sempre fui admirador de pessoas que exercem a capacidade de se levantarem do meio das cinzas, pois nesta vida, nem tudo sairá da maneira que esperávamos. Muitas vezes seremos atingidos por coisas que machucarão nossos corações, coisas que nos farão chorar, coisas que nos darão a impressão de que o chão desapareceu de debaixo dos nossos pés. Quando estas coisa acontecem, é normal primeiramente nos sentirmos abatidos. Quem tem sangue de barata? Mas, o que nos tornará pessoas admiradas e fonte de inspiração para outros será nossa reação. É isso ai! Guarde esta palavra, “Reagir”.

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A quem Jesus mostra Sua Glória quarta-feira, abr 8 2009 

Alguns fariseus e alguns saduceus foram falar com Jesus. Eles queriam alguma prova contra ele e por isso pediram que ele fizesse um milagre para mostrar que o seu poder vinha mesmo de Deus… Como o povo de hoje é mau e sem fé! Vocês estão me pedindo um milagre, mas o milagre de Jonas é o único sinal que lhes será dado. Então ele saiu e foi embora – Mt 16.1,4

Os fariseus e saduceus chegaram a Jesus pedindo-lhe um sinal a fim que de que eles pudessem examinar e constatar a veracidade do mesmo para que pudessem dar um veredicto acerca de quem era Jesus. Eles pediam que Jesus fizesse um sinal a fim de provar quem Ele era. Isso nos faz lembrar das tentações que Jesus sofreu nos seus quarenta dias de jejum no deserto. Ali satanás lhe dizia: “se tu és o filho de Deus faça…”. Mais uma vez o tentador tentava Jesus para que Ele fizesse algo que viesse a demonstrar quem Ele era. Jesus diz aos fariseus e saduceus: “Como o povo de hoje é meu e sem fé”. Jesus não faz demonstrações de seus poder para satisfazer nenhuma geração má e sem fé. Pessoas desafiam o poder de Jesus através de palavras blasfemas e querem forçar-lo a fazer algo a fim de que Ele demonstre quem é e só encontram o silêncio como resposta. Desafios que partem de uma geração má e fé, não passam de tentação ao Senhor. A estes, o Senhor vira as costas.

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O “novo Jesus” quinta-feira, abr 2 2009 

Jesus foi para a região que fica perto da cidade de Cesaréia de Filipe. Ali perguntou aos discípulos:

—Quem o povo diz que o Filho do Homem é?

Eles responderam:

—Alguns dizem que o senhor é João Batista; outros, que é Elias; e outros, que é Jeremias ou algum outro profeta.

—E vocês? Quem vocês dizem que eu sou? —perguntou Jesus.

Simão Pedro respondeu:

—O senhor é o Messias, o Filho do Deus vivo – Mt 16.13-16

Já faz algum tempo que o que se tenta é criar-se uma imagem de um Jesus diferente do Jesus da Bíblia. Falo da tentativa de se humanizar demais ao Senhor. Falo humanizar “demais” porque não temos dúvidas de que o Senhor Jesus, sem dúvidas, foi humano. Mas, o que se tenta fazer é distanciar as pessoas da verdade de que o Jesus humano, também era (e é) divino. Jesus deixou a destra do Pai para vir aqui a esta terra cumprir o plano de redenção da humanidade. Diz a Bíblia que Ele se despojou da sua glória (Fp 2.6-8). Foi da Sua glória que Jesus se despojou, e não da sua divindade. O Jesus homem, era (e é) o Jesus “Deus Conosco”.

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O vale das lágrimas quarta-feira, mar 18 2009 

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Ela estava sendo um verdadeiro desafio para mim e para outros que oravam por ela. A irmã Cida era uma das pessoas mais antigas da igreja (ela havia se batizado junto comigo) e com certeza um exemplo de santidade e fé. Mas, lá estava esta irmã a cada dia definhando com uma enfermidade que fazia com que ela emagrecesse ao mesmo tempo em que suas pernas inchavam assustadoramente. Mesmo assim, todos os dias ela estava ali nos cultos nos quais ela me ajudava como obreira. Ela sentida dores e fraqueza, mas lá estava ela cheia de fé e de palavras de conforto.

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Viver e morrer pela fé segunda-feira, mar 9 2009 

familia

“Tua serva não tem nada em casa, senão uma botija de azeite – 2 Re 4.2”

Eu não sei por que, mas já acordei me lembrando. Faz muito tempo que aconteceu, mas, nesta manhã voltou à minha mente com força. Sim, faz muito tempo…

Naquela época, eu vinha passando por uma séria crise de fé. Não era uma crise de fé em Deus, nem na Bíblia, mas na instituição humana. Quando comecei meu ministério, eu tinha 17 anos e para mim era fácil vir de meu trabalho no Ipiranga, descer do trem e subir correndo o morro para dirigir os cultos na primeira igreja que fui colocado como responsável no Jardim Oratório, em Mauá.

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Viver e morrer pela fé segunda-feira, mar 9 2009 

familia

Eu não sei por que, mas já acordei me lembrando. Faz muito tempo que aconteceu, mas, nesta manhã voltou à minha mente com força. Sim, faz muito tempo…

Naquela época, eu vinha passando por uma séria crise de fé. Não era uma crise de fé em Deus, nem na Bíblia, mas na instituição humana. Quando comecei meu ministério, eu tinha 17 anos e para mim era fácil vir de meu trabalho no Ipiranga, descer do trem e subir correndo o morro para dirigir os cultos na primeira igreja que fui colocado como responsável no Jardim Oratório, em Mauá.

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Quem cura é Jesus quinta-feira, mar 5 2009 

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E Jesus, respondendo, disse-lhes: Tende fé em Deus – Mc 11.22

Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e orem sobre ele, ungindo-o com azeite em nome do Senhor; E a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará – Tg 5.14,15

Faz mais ou menos 10 dias, um senhor entrou em nosso local de reuniões em busca de ajuda. Ele tinha seu corpo todo vermelho, um vermelho tal que nunca havia visto alguém assim antes. Além disso, sua pele era grossa e escamosa. Estava feio! A ajuda que ele queria era uma oração. Fiquei feliz, pois, muitos ao chegarem à situação que o seu Israel estava (este era seu nome), se desesperam ou se zangam com Deus chegando a duvidar de sua bondade e até de sua existência.

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