Cresça sexta-feira, maio 29 2009 

image

O menino cresceu e foi desmamado. E, no dia em que o menino foi desmamado, Abraão deu uma grande festa – Gn 21.8

Abraão deu uma festa quando seu filho Isaque foi desmamado, mostrando sua alegria por ver seu filho avançando uma etapa rumo à maturidade. Quando leio este texto costumo ver aqui a alegria de Deus conosco quando crescemos mais um pouquinho, diante de cada progresso nosso. A infância é algo bonito, desde que seja vivida somente em seu devido tempo. Ou seja, só é bom ser criança no tempo de ser criança. Quando esse tempo passa, se não deixarmos de ser criança, é sinal de que alguma coisa não está normal em nossa vida, quando Jesus disse que devemos ser como crianças para entrarmos no reino de Deus, ele estava falando de alguns aspectos da criança que nunca devemos perder, ou seja, nossa dependência de Deus, nossa pureza, nossa humildade. Mas no que diz respeito às demais coisas, Deus espera que cresçamos.

(mais…)

O valor da simpatia quarta-feira, maio 27 2009 

image

Gosto da forma como a Nova Tradução na Linguagem de Hoje traduz o termo “achar graça”. Ela traduz este termo por “alcançar a simpatia”. Há duas pessoas no Antigo testamento de quem é dito que alcançaram a simpatia dos outros, José e Ester, e ambos têm muitas coisas em comum em suas histórias.

(mais…)

Cuidado com os mensageiros do desânimo terça-feira, maio 26 2009 

image

Assim, espalharam notícias falsas entre os israelitas a respeito da terra que haviam espionado. Eles disseram: —Aquela terra não produz o suficiente nem para alimentar os seus moradores. E os homens que vimos lá são muito altos – Nm 13.32

Aqueles doze homens foram enviados à terra de Canaã com a missão de observar a terra e trazer notícias ao povo que viesse a inspirá-los. Já fazia dois anos que eles haviam saído do Egito em direção à terra prometida e estavam ansiosos para por os pés na terra que manava leite e mel. Aqueles homens deveriam trazer também frutos da terra. O povo precisava sentir o gostinho da terra. E lá vinham eles voltando após quarenta dias de expedição pela terra. Antes mesmo que eles falassem qualquer coisa, o povo já viu o imenso cacho de uvas trazido por dois homens. Nunca haviam visto um cacho de uvas tão grande. Se alguém tivesse lhes contado de um cacho de uvas que necessitava de dois homens para ser carregado, eles não teriam acreditado. Mas, lá estava ele, diante dos seus olhos. Eles ficaram com água na boca em relação à terra.

– De fato a terra é rica – disseram os homens. O povo deve ter urrado de alegria.

– Mas… – Mas o que? Não era tudo o que eles precisavam ouvir? Tinha que ter um “mas”?

– Os que moram lá são fortes, e as cidades são muito grandes e têm muralhas. Além disso, vimos ali os descendentes dos gigantes. Não podemos atacar aquela gente, pois é mais forte do que nós.

Ah! Se aqueles dez homens tivessem noção do que estavam provocando naquele povo. O povo, que antes estava vibrando de alegria, começou a reclamar, a chorar e a se revoltar. Sim, as palavras têm o poder de influenciar mais do que se possa imaginar.

Dois daqueles 12, Josué e Calebe, ainda tentaram reverter a situação mostrando que por mais que os desafios fossem grandes, eles poderiam vencê-los. Josué e Calebe viram os mesmos gigantes que os outros e viram também as cidades muradas. Mas, eles olharam para além delas, eles viram soluções, eles olharam para aqueles desafios com fé.

Todos nós devemos ter os pés no chão. Ignorar os desafios não é fé, mas sim, triunfalismo. Triunfalismo é uma imitação pirata da fé. A diferença entre os dez e os dois foi na forma que eles encararam os desafios. Os dez viram nos desafios, barreiras intransponíveis. Os dois viram nos desafios oportunidades para conquistar.

Infelizmente, o povo deu mais atenção à maioria. Eh maioria! Por que será que parece que é sempre mais fácil segui-la? Por que será que uma palavra negativa, na maioria das vezes, produz mais efeito do que uma positiva?

O povo reclamou e disse que seria melhor morrerem naquele deserto, e foi isso o que aconteceu com eles. Josué e Calebe disseram que conseguiriam possuir a terá e vencer os gigantes, e foi isso o que aconteceu com eles.

Não faltam quem vem a nós com palavras que podem nos fazer sentir-nos como gafanhotos (gafanhoto é praga). Não faltam quem vem nos mostrar o tamanho das muralhas pela frente. Não faltam quem vem a nós mostrar-nos os gigantes. Não faltam quem vem a nós nos dizer que não poderemos.

Mas, cabe a nós fecharmos os nossos ouvidos aos mensageiros do desânimo. Que Deus nos livre de sermos mensageiros de desânimo. Que nossas palavras produzam fé e inspiração nas pessoas. Em Josué e Calebe havia outro espírito. Que haja este espírito em nós também! Só assim conquistaremos.

Livre-se das correntes domingo, maio 24 2009 

image

Existe algo que pode tornar a vida infrutífera. Estou falando do ressentimento. Todos nós passamos pela triste experiência de sermos feridos por alguém no decorrer de nossas vidas. E tem gente que capricha! Tem gente que abusa de nossa nobreza! Quando isso acontecesse, podemos escolher entre perdoar ou guardar mágoa. Se escolhermos guardar mágoa, iremos colher os resultados de uma vida sem paz e sem alegria. Infelizmente esta tem sido a escolha de muitos. O ressentimento deixa feridas no coração e faz com que vivamos e tratemos as outras pessoas de acordo com essas feridas. Existem pessoas de temperamento difícil, que tem dificuldade em seus relacionamentos por causa de um coração marcado pelo ressentimento.

(mais…)

O vôo da fênix quinta-feira, maio 21 2009 

Sempre fui admirador de pessoas que exercem a capacidade de se levantarem do meio das cinzas, pois nesta vida, nem tudo sairá da maneira que esperávamos. Muitas vezes seremos atingidos por coisas que machucarão nossos corações, coisas que nos farão chorar, coisas que nos darão a impressão de que o chão desapareceu de debaixo dos nossos pés. Quando estas coisa acontecem, é normal primeiramente nos sentirmos abatidos. Quem tem sangue de barata? Mas, o que nos tornará pessoas admiradas e fonte de inspiração para outros será nossa reação. É isso ai! Guarde esta palavra, “Reagir”.

(mais…)

Segue-me tu quarta-feira, maio 20 2009 

 

Vendo Pedro a este, disse a Jesus: Senhor, e deste que será? Disse-lhe Jesus: Se eu quero que ele fique até que eu venha, que te importa a ti? Segue-me tu – Jo 21.21,22

Pedro olhou para trás e viu um outro que caminhava logo atrás dele e do Mestre. Pedro quis saber do Mestre: “o que será deste?”. Pedro fez o que nós gostamos de fazer ao olharmos a nossa volta.

Muitas vezes vemos a situação da chamada “igreja” que, ao mesmo tempo em que tem sua multidão de pessoas maravilhosas e que dão orgulho e alegria a Deus, tem também aquelas pessoas que mancham o nome da instituição (o de Deus não). Muitas vezes ficamos confusos e perguntamos também, o que serão destes? O que será da instituição igreja? O que será dos líderes, dos apóstolos, dos pastores e de seus seguidores? Às vezes nos sentimos como que no meio de uma grande máquina da qual somos somente o óleo ou o combustível. Quando pensamos que estamos crescendo, vemos sim o aumento de uma religião com pouca influência como sal e luz. O que será disto tudo?

(mais…)

Os deuses desceram até nós quinta-feira, maio 14 2009 

Quando o povo viu o que Paulo havia feito, começou a gritar na sua própria língua: —Os deuses tomaram a forma de homens e desceram até nós! – Atos 14.11

Na cidade de Listra, onde o povo era adorador de deuses estranhos e onde o templo de Júpiter ficava na entrada da cidade, Paulo e Barnabé chegaram e anunciaram a Cristo. Ao que parece, a princípio não lhe deram muita atenção. Mas, quando os apóstolos ordenaram que um paralítico de nascença se levantasse e andasse e ele assim o fez, o jogo virou. O povo ficou espantado com o milagre realizado e se voltaram para os apóstolos. Mas, eles não se voltaram para os apóstolos para ouvir o que eles pregavam. O povo se voltou para os apóstolos acreditando que os deuses haviam descido até eles. Eles disseram que Paulo era Mercúrio e Barnabé era Júpiter. Eles só estavam trocando uma idolatria por outra. E quantas vezes isso se repete hoje!

(mais…)

Dia de Fúria – Todo mingau tem seu dia de angú quarta-feira, maio 13 2009 

Davi tinha pensado assim: “De que me adiantou proteger a propriedade desse homem aqui no deserto? Nós não roubamos nada que era dele, e é assim que ele me paga a ajuda que lhe dei? – 1 Sm 25.21

Davi e seus homens haviam protegido os rebanhos de um homem rico chamado Nabal que morava em Carmelo e, sabendo que ele e sua casa estavam em festa devido à tosquia das ovelhas, enviou dez de seus moços para pedir-lhe mantimento para si e seus homens. Davi acreditava que Nabal iria ser grato e recompensá-lo com mantimento. Porém, Nabal negou o pedido de Davi dizendo que não o conhecia e ainda insinuou que ele era um escravo fugitivo e que, portanto não iria dar-lhe nada. Sabemos que ajudar pessoas esperando retribuição é algo que constantemente nos trará tristeza. O Senhor Jesus nos ensinou a darmos esmola esperando somente a recompensa do Pai celestial (Mt 6.3,4); esta é a melhor forma de evitarmos a decepção.

Quando enfrentou a ingratidão de Saul, Davi reagiu muito bem, mas, e agora? Vejamos.

(mais…)

Não fique no vermelho terça-feira, maio 12 2009 

Todo o povo de Israel soube dessa decisão do rei Salomão, e aí todos sentiram um grande respeito por ele, pois viram que Deus lhe tinha dado sabedoria para julgar com justiça – 1 Reis 3.28

Gosto da forma como termina o primeiro julgamento de Salomão como rei. Todo o povo de Israel o respeitou. Mas, será que este respeito veio a ele por causa da posição que ocupava? Acho que não. Uma posição em si mesma pode inspirar medo, mas não respeito. O texto diz que este respeito veio como resposta à atitude sábia de Salomão diante de um julgamento difícil.

(mais…)

Coração de Mãe domingo, maio 10 2009 

A verdadeira mãe do menino, com o coração cheio de amor pelo filho, disse: —Por favor, senhor, não mate o meu filho! Entregue-o a esta mulher! – 1 Re 3.26

Duas mulheres vieram até o rei Salomão com uma criança no colo. Uma delas disse que as duas haviam tido filhos na mesma época e que moravam na mesma casa. Segundo esta, durante a noite, a outra se virou sobre o filho e matou-o sufocado. Vendo o que havia feito, pegou o filho morto e colocou ao lado da outra e pegou o menino vivo para si.

A outra dizia que era tudo mentira. Que o filho vivo era seu e que o morto era da outra. Que problema hein! Como resolver isso?

(mais…)

Próxima Página »