Fazendo muito com pouco quinta-feira, jan 29 2009 

2 peixinhos e 5 pães

Jesus perguntou: —Quantos pães vocês têm? Vão ver. Os discípulos foram ver e disseram: —Temos cinco pães e dois peixes. Então Jesus mandou o povo sentar-se em grupos na grama verde. Todos se sentaram em grupos de cem e de cinqüenta. Aí Jesus pegou os cinco pães e os dois peixes, olhou para o céu e deu graças a Deus. Depois partiu os pães e os entregou aos discípulos para que eles distribuíssem ao povo. E também dividiu os dois peixes com todos. Todos comeram e ficaram satisfeitos – Mc 6.38-42

Uma multidão para alimentar e somente cinco pães e dois peixes! Tanto para fazer e tão poucos recursos! Muitas vezes nos vemos em situações semelhantes. Muitas vezes temos tanto para fazer e, quando olhamos para nossas mãos o que temos parece não ser nada diante do que se tem a fazer.

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O desconforto da mudança terça-feira, jan 27 2009 

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Pois agora vou fazer uma coisa nova, que logo vai acontecer, e, de repente, vocês a verão. Prepararei um caminho no deserto e farei com que estradas passem em terras secas – Isaías 43:19

A medida que vamos caminhando vamos nos deparando com algo essencial ao nosso crescimento: as mudanças. Às vezes estamos bem confortáveis em nossas posições quando elas aparecem. Elas vem, como uma pedra que cai na água que estava tão calma e produz ondulações. Como o ser humano é propenso a se acomodar, quando as mudanças vem, o interior se agita e muitas vezes se revolta. Mas as mudanças são necessárias.

Gosto de comparar as mudanças com sapato novo. Na maioria das vezes, um sapato novo nos machuca. Ele é desconfortável comparado com o velho. Mas, o velho está se acabando e é necessário ser substituído. Também é bom lembrar que o velho, quando era novo, também machucava. O novo, pode machucar no começo, mas, aos poucos vai laceando e se ajustando ao nosso pé, e o nosso pé a ele.

Se formos avessos à mudanças e os opormos elas, chegará o momento em que pararemos de crescer e acabaremos ficando sem o novo e sem o velho. Ai seremos forçados a uma mudança.

José estava tão bem na casa de seu pai, mas, um dia as coisas mudaram e ele foi parar no Egito, como mordomo do oficial de Faraó. Como deve ter sido difícil para ele aquilo! Mas, após algum desconforto, ele se adaptou. Quando ele já havia se adaptado à vida de mordomo, se tornou presidiário. Que mudança, hein!!! Mas, até ali, ele conseguiu se adaptar. Quando já estava adaptado àquela vida, foi tirado da prisão e colocado no palácio para ser governador. As mudanças na vida de José foram drásticas, mas necessárias.

É bom vivermos cada dia com a expectativa de mudanças. Isso fará com que, quando elas vierem, nós a assimilemos melhor. Quando elas vierem, não estranhemos o desconforto. Tenhamos paciência, pois o desconforto vai passar.

Tragédias. A vida não é tão simples domingo, jan 25 2009 

Tragédia

E lembrem daqueles dezoito, do bairro de Siloé, que foram mortos quando a torre caiu em cima deles. Vocês pensam que eles eram piores do que os outros que moravam em Jerusalém? – Lc 13.4

Tragédia sempre foi motivo de comentários. Naquela época haviam duas que estavam dando o que falar. Uma delas foi a chacina que Pilatos promoveu sobre alguns galileus quando estes estavam adorando a Deus no templo. A outra foi a queda de uma torre no bairro de Siloé que causou a morte de dezoito pessoas.

Entre o povo de Israel, povo que vivia da religião, aquelas tragédias assumiram aspectos religiosos também. Para eles era claro que, se Deus havia permitido que aquilo acontecesse era porque estes homens estavam em falha em alguma áreas da vida. Para eles, a vida era algo previsível. Se o homem estava andando corretamente, nada de mal lhe sobreviria. Se ele estava em desobediência à lei de Deus, a calamidade viria sobre ele. Era uma equação muito simples.

Mas Jesus mostrou para eles que a vida não era tão simples assim. E basta nós olharmos em volta para vermos que não é simples mesmo. Se analisarmos a vida por este ângulo, veremos que existem muitos que são fortes candidatos a que uma torre caia em suas cabeças, mas que isso não acontece. Enquanto existem outros que nunca deveriam ser tocados pelo infortúnio muitas vezes o são.

Mas infelizmente, a velha teologia dos amigos de Jó continua em ação. Essa teologia faz com que os religiosos julguem os que passam por problemas ao invés de ajudá-los. Essa teologia faz com que as pessoas pensem que o mundo e a vida são governados por uma lei, e não por um Deus. Essa Teologia faz com que as pessoas tenham expectativas erradas sobre a vida.

Apesar de haver uma certa verdade nela, ela não é completa. Sim, o pecado pode trazer muitas tragédias á vida, e a vida de obediência traz muitas bênção. Mas isso não acaba com as perplexidades da vida.

Tsunames, quedas de torres e de telhados, fazem parte de uma vida que não é nada simples. O que deve ser simples é a nossa fé num Deus soberano. O que deve ser simples é o nosso olhar para Ele em todos os momentos e continuar acreditando que Ele é o Deus que nos socorre na angústia. O que deve ser simples e nossa fé de que Deus pode tornar o mal em bem.

Se não tivermos essa fé simples, corremos o risco de despertarmos a ira de Deus com os nossos julgamentos. Os amigos de Jó fizeram isso, e só não morreram por causa da intercessão do homem a quem eles estavam julgando.

Que Deus nos capacite a sermos pessoas de fé simples num mundo complexo e paradoxal.

É preciso orar quinta-feira, jan 22 2009 

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Então Jesus disse aos seus discípulos:-Imaginem que um de vocês vá à casa de um amigo, à meia-noite, e lhe diga: Amigo, me empreste três pães. – Lc 11.5

O evangelho de Lucas é o que mais fala da vida de oração do Senhor Jesus. Jesus procurava ensinar através do exemplo a importância de se ter uma vida de comunhão com o Pai. Através da parábola do amigo importuno Jesus ensinou aspectos importantes da oração.

Um destes é o que fala da proximidade que temos que ter com Deus para que nossas orações sejam atendidas. Um homem foi à noite na casa de seu amigo para lhe pedir três pães. Ele não foi à casa de um estranho. O grau de amizade que temos com Deus, vai determinar a eficácia de nossa oração. Jesus disse que nós seríamos Seus amigos se fizéssemos o que ele manda (Jo 15.14). Obediência a Deus nos fará seus amigos e fará com que nossas orações mudem as coisas.

Aquele homem foi pedir ao amigo três pães não para si, mas para alguém que havia chegado a sua casa. Isso é intercessão. Muitas vezes temos que nos esquecer de nós mesmos e pedir a Deus em favor de outros para que Deus abençoe o outro e a nós também. Foi quando Abraão orou pelas mulheres estéreis da casa de Abimeleque, que logo em seguida Deus atendeu o desejo do coração de Abraão dando-lhe um filho (Gn 20.17,18). A intercessão nos liberta do egoísmo.

Jesus também falou da importância da perseverança. Ele disse que é preciso pedir, buscar e bater. Há certas coisas que não irão acontecer depois da primeira oração que fizermos. Certas coisas exigem que entremos em uma verdadeira batalha de oração. É claro que não é uma batalha contra Deus para que ele mude de idéia. A batalha é porque quando oramos por outros existe a questão do livre arbítrio de cada um e também do nosso adversário que luta contra nós. Daniel enfrentou isso (Dn 10).

Jesus disse que nosso Pai está disposto a sempre nos dar mais do que pedimos. Ele nos incentivou a orar ao dizer: “Peçam e vocês receberão”. Oremos então.

A Estratégia do Vira-lata terça-feira, jan 20 2009 

vira-lata

“Os oficiais gritaram isso em hebraico aos moradores de Jerusalém que estavam em cima da muralha da cidade, a fim de assustá-los e deixá-los apavorados e assim poder conquistar a cidade” – 2 Cr 32.18

Ezequias foi um dos melhores reis que Judá teve. Ele levou o povo de Israel de volta para Deus. Mas, diz o começo deste capítulo que após toda esta demonstração de fidelidade, ele recebeu a notícia de que o rei Senaqueribe da Assíria, estava vindo atacá-lo. Isso mostra que, sempre que nos movemos na direção correta, nosso adversário fica com raiva e ataca. Ele sabe que a fidelidade atrai a bênção de Deus e que através dela nos tornamos instrumentos de Deus para o cumprimento de Seu propósito. Então ele ataca.

Uma das maneiras que o adversário mais gosta de atacar é da forma que Senaqueribe fez. Ele enviou mensagens que deveriam ser lidas ao povo que estava na muralha da cidade. Estas cartas falavam das “proezas” que o rei da Assíria havia feito e dos povos que ele já havia conquistado. Este rei já havia conquistado povos mais numerosos e mais fortes do que o povo de Judá. E qual era o propósito destas cartas? Diz o texto que era para deixar o povo assustado e apavorado para que assim pudesse conquistá-los. Essa é uma das táticas do inimigo; através de palavras, assustar aqueles a quem ele quer conquistar. O inimigo sabe que uma pessoa assustada e com medo fica paralisada. Então ele ruge, ele faz o maior barulho. Ele é como cachorro vira-lata. Se um vira-lata começar a latir e avançar e perceber que a pessoa está com medo, ele fica valente e avança mais. Mas se a pessoa bate o pé e enfrenta-o, é ele quem foge.

Graças a Deus, Ezequias não fez o jogo de Senaqueribe. Diz a Bíblia que ele se animou e animou o povo. Ele pegou a carta enviada por Senaqueribe e foi apresentá-las a Deus. Bastou um anjo para vir resolver o problema.

O medo aprisiona e nós não podemos ficar prisioneiros do adversário.

Portanto, obedeçam a Deus e enfrentem o Diabo, que ele fugirá de vocês. – Tg 4.7

Debaixo de suas asas sexta-feira, jan 16 2009 

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Ele o cobrirá com as suas asas, e debaixo delas você estará seguro. A fidelidade de Deus o protegerá como um escudo – Sl 91.4

Aconteceu ontem. Era hora do almoço e eu me encontrava no refeitório da igreja quando o sensor de presença sinalizou que alguém entrava no salão principal. Minha filha foi ver quem era. Passados alguns minutos comecei a estranhar a demora. Me levantei e me dirigi ao escritório. Quando abri a porta do escritório me deparei com uma cena assustadora. Um rapaz, aparentando seus vinte e poucos anos com uma faca na mão ameaçando a vida da menina.

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Salvação é um milagre quarta-feira, jan 14 2009 

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É mais difícil um rico entrar no Reino de Deus do que um camelo passar pelo fundo de uma agulha. – Mc 10.25

Será que com estas palavras o Senhor Jesus estava dizendo que é impossível a um rico entrar no reino de Deus? É claro que não! Vamos encontrar muitos ricos no reino de Deus. Então o que Ele estava ensinando aqui?

O que é preciso para que um camelo passe pelo fundo de uma agulha? Com certeza um milagre! Eis o que Jesus estava ensinando, que salvação é um milagre.

Como é bom nós nos lembrarmos disso! Salvação é um milagre! Se uma determinada experiência não for um milagre, então não é salvação.

Mudar de roupa não é milagre, logo não é salvação;

Trocar de religião não é milagre, logo não é salvação;

Andar com uma Bíblia não é um milagre, logo não é salvação;

Ir a uma igreja não é milagre, logo não é salvação…

Mudança de caráter é milagre;

Mudança de pensamentos é milagre;

Mudança de visão da vida é milagre;

Mudança de coração é milagre.

Milagre é algo que somente Deus pode fazer. O homem pode criar religiões, mas não pode transpor o abismo que existe entre ele e Deus.

O grande testemunho de salvação não é quando dizemos o quanto estamos mudados, pois muitas vezes enganamos a nós mesmos. O grande testemunho de salvação é quando aqueles que convivem conosco podem declarar o quanto estamos mudados, pois salvação é transformação de vida. Jesus disse: “O vento sopra onde quer, e ouve-se o barulho que ele faz, mas não se sabe de onde ele vem, nem para onde vai. A mesma coisa acontece com todos os que nascem do Espírito” (Jo 3.8). O vento não pode ser visto, mas onde ele está, todos ficam sabendo por sua ação. Se o Espírito Santo operou e está operando a salvação em uma vida, é impossível isso ficar escondido. Os efeitos do Vento que sopra nesta vida serão vistos por todos.

É claro que isso não é algo instantâneo, pois ninguém muda da noite para o dia. Mas dia a dia, o vento do Espírito vai soprando e operando mudanças em nossas vidas. Cada dia em uma área, caminhando e sendo transformados. Este é o grande milagre da salvação.

Jeremias disse que o homem tentar operar este milagre à parte de Deus é como um leopardo tentar tirar suas manchas (Jr 13.23). Impossível ao homem, mas possível para Deus.

O veneno da serpente terça-feira, jan 13 2009 

Taipan

Com os pés você esmagará… serpentes venenosas – Sl 91.13

A Serpente foi o primeiro ser que satanás usou para se comunicar com o ser humano (Gn 3). Hoje satanás usa pessoas para esse serviço. Sempre que ele encontra pessoas que lhe dão lugar, ele usa estas pessoas para envenenar outras. Sim, este é um dos principais trabalhos de satanás, envenenar a alma das pessoas. E não há nada mais poderoso para envenenar a alma do que palavras.

Muitas vezes acontece de pessoas se aproximarem de nós para nos trazerem palavras que vêm com o título de “querer nos ajudar”, “abrir os nossos olhos”, “nos fazer saber quem é fulano”, etc. Mas vamos nos lembrar que palavras que nos ajudam, abrem os nossos olhos e nos fazem conhecer melhor as pessoas, nos edificam, trazem refrigério para as nossas almas e nos aproximam mais de Deus e das pessoas. Mas, quando se trata de palavras sopradas pela antiga serpente, nossa alma se abate, nosso coração se angustia e uma distância é criada entre nós e alguém. Cuidado com o veneno da serpente!

O veneno pode vir através do telefone, do email, do Orkut. O veneno pode vir acompanhado de um sorriso e de um abraço. O veneno pode vir de um desconhecido e também pode vir de alguém de dentro de nossa casa. O veneno pode vir de pessoas das trevas e também de pessoas que dizem que estão na luz.

O veneno vem para semear inimizades entre grandes amigos. Salomão disse que Deus abomina quem semeia contenda entre irmãos (Pv 6.16,19). É abominável o prazer que uma pessoa pode sentir de separar pessoas através de palavras.

Que Deus guarde os nossos lábios a fim de que deles só saiam palavras que edifiquem as pessoas. Que Deus guarde nossos ouvidos a fim de que por eles só entrem coisas que edifiquem a nossa alma. É assim que pisamos em serpentes venenosas.

Os corvos vinham trazer pão e carne domingo, jan 11 2009 

corvo

Ele bebia água do riacho, e os corvos vinham trazer pão e carne todas as manhãs e todas as tardes. -1 Re 17.6

Deus é soberano. É Ele quem está no controle de todas as coisas. Elias teve uma prova disso quando foi alimentado num período de seca e fome em Israel. Diz a palavra de Deus que ele foi enviado para junto do ribeiro de Querite de onde ele deveria beber água. Quanto à sua alimentação, corvos lhe trariam pão e carne de manhã e à tarde. É claro que isso foi um milagre de Deus. Mas, além do milagre é interessante notar que o corvo que foi usado por Deus para trazer provisões para Elias, era um dos animais que estava na lista dos animais imundos (Lv 11.15). Deus poderia usar um pombo para trazer o alimento de Elias, mas Ele preferiu usar um corvo. Isso mostra a soberania de Deus sobre toda a criação. Isso mostra que quando Deus quer fazer algo, Ele faz através de quem ele quer. Nos momentos de crise, Deus prepara suas provisões para seu povo. Nós é que devemos estar preparados para o fato de que Deus pode usar os instrumentos mais inesperados para suprir as necessidades do seu povo. Às vezes esperamos que um irmão pombinho seja o instrumento de Deus para abençoar nossas vidas, mas é um irmão corvo, que nem sequer sabe quem seja Deus que é o instrumento de Deus para fazer isso. Deus é soberano.

Mas vamos nos lembrar que o alimento trazido pelos corvos era um alimento puro. O corvo era impuro, mas o que ele trazia era puro. Isso é para nos fazer lembrar que não importa se é um corvo quem irá trazer nossas provisões, desde que a provisão que ele trouxer seja pura. Há certas coisas que chegam até nós que não são provisões de Deus, mas sim, ofertas do diabo que devem ser recusadas. Antes de pularmos de alegria com o que nos é oferecido, vamos ver se se trata de alimento puro. Se aceitarmos o presente que Deus não mandou, corremos o perigo de contrairmos a lepra de Naamã (2 Re 5.26,27).

O Valor da Sabedoria quinta-feira, jan 8 2009 

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Mas, se alguém tem falta de sabedoria, peça a Deus, e ele a dará porque é generoso e dá com bondade a todos. – Tg 1.5

Ao subir ao trono, Salomão ainda era jovem. Ele estaria sucedendo seu pai Davi, que foi um grande rei em Israel. Ele sabia que a tarefa de conduzir o povo não seria fácil e que substituir um homem como Davi era mais difícil ainda. Mas ele não estava subindo ao trono por iniciativa própria. Foi Deus quem falou a Davi que Salomão seria seu sucessor (1 Cr 28.5,6). Isso já era algo importante para seu sucesso. O Deus que nos coloca numa posição também nos auxilia nela e nos capacita.

Deus apareceu a Salomão em sonhos e lhe disse que ele poderia pedir o que quisesse (1 Re 3.5). Que palavra hein! Uma palavra como esta Deus fala com aqueles que estão preparados, pois, alguns ouviriam algo assim e pensariam que Deus é como o gênio da lâmpada. Salomão entendeu que aquela era uma oportunidade que ele não poderia perder. E o que foi que ele pediu? Sabedoria.

Salomão não queria ser lembrado como um rei tolo. Ele sabia que a tolice faz com que o homem fale quando deve se calar e se calar quando deve falar. A tolice faz com que o homem se comporte como criança e através desta infantilidade prejudica os outros. A tolice faz com que o homem viva repetindo os mesmos erros. A tolice faz com que a pessoa sempre veja somente um lado das questões da vida sem conseguir enxergar o todo.

Salomão pediu sabedoria, pois queria se portar prudentemente como rei. Deus lhe deu o que ele pediu e se agradou muito de seu pedido. Nós também agradaremos a Deus se pedirmos sabedoria a Ele. Se pedirmos Ele nos dará.

Mas como Deus dá essa sabedoria?

Ele faz isso principalmente de três formas:

1) Através de aprendermos das experiências que passamos. A pessoa sedenta de sabedoria em tudo que passa aprende uma lição.

2) Através de ouvir o conselho dos sábios. Deus coloca pessoas sábias em nosso caminho a fim de nos orientarem. Feliz é aquele que reconhece os mentores que Deus lhe prepara.

3) Através de uma ação direta do Espírito Santo em nossas vidas que nos transmite uma porção da sabedoria de Deus a nós.

Diz a Bíblia que o povo de Israel sentiu um grande respeito por Salomão após presenciar um ato de sabedoria seu (1 Re 8.28). Não é a posição ou a imponência que nos trazem respeito, e sim a sabedoria. Foi Salomão quem disse que para ser sábio é preciso primeiro pagar seu preço (Pv 4.7). Então paguemos o preço que for preciso para sermos sábios.

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