Fiz o Melhor que Pude quarta-feira, dez 31 2008 

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Fiz o melhor que pude na corrida, cheguei até o fim, conservei a fé – 2 Tm 4.7 NTLH

Essas são palavras de alguém que soube viver de verdade. Essas são palavras de alguém que entende que só podemos nos comparar conosco mesmo.

O dono da vinha nos chamou e nos mandou que fôssemos trabalhar em sua vinha. O grande chefe nos entregou nas mãos uma porção de talentos. O que Deus espera de nós é que sejamos fieis e que façamos o melhor que pudermos. Deus não vai querer saber porque não produzimos frutos tanto quanto este ou aquele. Ele não vai nos cobrar o porquê de outro ter multiplicado mais o talento recebido do que nós. Ele só não quer que enterremos nosso talento.

Deus não vai nos cobrar atrás de quantos “movimentos” nós fomos. Ele só quer saber o que fizemos no movimento que ele nos colocou. Ele quer saber se nos movemos com Ele. “Meu Pai trabalha até hoje, e eu também trabalho“, disse Jesus (Jo 5.17). O que Jesus queria saber era de trabalhar junto com o Pai. Ele também disse: “A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou e terminar o trabalho que ele me deu para fazer” (Jo 4.34). Fazer aquilo para o que fomos chamados nos traz satisfação.

Fazer o melhor que podemos e saber que Deus sabe disso, pacifica nossa alma e nos livra do cativeiro da opinião dos outros. Às vezes nos sentimos angustiados porque, aos olhos dos outros, não produzimos muito. Mas quem aprendeu a se importar somente com o que Deus pensa dele, tranqüiliza sua alma pois sabe que fez o melhor que pode.

Foi Jesus quem disse que muitos últimos seriam primeiros e que muitos primeiros seriam últimos (Mt 19.30). Muitos que aqui são condecorados, diante de Deus talvez não o serão. Muitos que aqui são considerados os heróis e referência para todos, talvez diante de Deus e aos Seus olhos não o sejam. E muitos que aqui não são sequer lembrados ou citados como referência, diante de Deus serão os primeiros.

Cabe a nós escolhermos que tipo de vida iremos viver. O dono da vinha viu algumas pessoas ociosas e lhes perguntou: “Por que vocês estão o dia todo aqui sem fazer nada?” (Mt 20.6). É isso que Deus não quer. Ele não quer nos ver jogando nossas vidas fora com tarefas inúteis ou com ociosidade. Deus quer nos ver fazendo o melhor que pudermos com nossas vidas. O resultado de vivermos assim será uma vida de paz interior. O resultado de vivermos assim será que receberemos o que for justo (Mt 20.4). Então…

Retome a corrida e faça o melhor que puder.

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Não por força nem por violência domingo, dez 28 2008 

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Mas aquele que estava maltratando o outro empurrou Moisés para um lado e disse: Quem pôs você como nosso chefe ou nosso juiz? – At 7.27

Moisés viu um egípcio maltratando um hebreu e foi socorrê-lo. Moisés matou o egípcio. Deus tinha o propósito de fazer de Moisés o libertador do povo de Israel, mas isso deveria acontecer do jeito de Deus e no tempo de Deus. Querendo ser um libertador do seu jeito e no seu tempo, primeiramente Moisés teve problemas com o próprio povo. “Quem te colocou como juiz sobre nós” disse um deles a Moisés. Sim, o Moisés que queria ser o libertador do povo foi por ele rejeitado. E depois disso, ele teve que fugir, pois teve problemas com o governo que queria matá-lo. Assim acontece quando queremos ajudar, mas não sabemos aguardar o tempo e os métodos de Deus. Assim é quando vemos certas situações em nossa volta e queremos consertá-las “na marra”. Quando agimos assim somos mal compreendidos até mesmo por aqueles a quem queremos ajudar e não consertamos nada. Quando agimos assim corremos o risco de nos tornarmos aquilo contra o que estamos lutando. Diz a Bíblia que Deus ouviu o gemido do povo e que viu seu sofrimento (Ex 3.7). Deus vê todas as coisas e com certeza irá tratar com cada uma delas. Na maioria das vezes ele usará pessoas para mudar as situações, mas tudo do seu jeito e no seu tempo.

É claro que isso não é um convite à passividade, mas sim um convite para se confiar em Deus. Devemos nos colocar à disposição de Deus para que ele nos use naquilo que Ele quiser, mas sem precipitações e tudo na força e no amor de Deus.

Moisés era poderoso em palavras e obras e por isso achou que conseguiria libertar o povo da escravidão. Mas, tivesse ele conseguido e seria levantado um monumento a ele. Deus não dá Sua glória a ninguém!

Moisés teve que sair do palácio e fugir para Midiã onde trocou o cetro de ouro pelo cajado de pastor. O homem que matou um egípcio se tornou o mais manso da terra (Nm 12.3). O homem que se julgava capaz de libertar o povo da escravidão teve que chegar ao ponto de não se julgar capaz nem de falar com faraó. Ele estava quebrantado! Agora sim Deus poderia usá-lo para por as coisas em ordem.

Vivendo um Relacionamento de Graça sexta-feira, dez 26 2008 

 LIBERTAD

“Povos do mundo inteiro, voltem para mim, e eu os salvarei, pois eu sou Deus, e não há nenhum outro” – Is 45.22

Deus quer se relacionar conosco e através disso ver Seus preceitos se tornando vida em nós. Sua palavra é uma expressão de Sua santidade e quando vivemos numa relação de amor com Deus, esta santidade que é Sua se torna nossa.

Paulo disse que quando a lei foi dada a Israel, ela não causou mudança nenhuma neles, pois eles tentaram vive-la segundo suas forças. Mas a carne está enferma pelo pecado (Rm 8.3). Somente vivendo na dependência de Jesus é que o homem pode viver o espírito da lei. Deus planejou a coisa assim para que o homem vivesse não de uma lei mas sim de um relacionamento. Deus quer um relacionamento conosco e a lei serviu de seta apontando para Ele.

O problema começa quando o homem ao invés de se voltar para Deus, se volta para a lei e entra numa luta contra o pecado para viver os preceitos da lei. Mas o pecado é como uma areia movediça que, quanto mais a pessoa se debate contra ele, mais vai afundando. A graça de Deus é a corda que Ele joga para o homem a qual, basta o homem se agarrar para ser tirado do lamaçal.

Quando temos um relacionamento com Deus, suas leis começam a ser escritas em nossos corações. Quando temos um relacionamento com Deus, os frutos da natureza de Deus começam a se manifestar em nós. Sua paciência se torna nossa, Sua paz se torna nossa, Sua bondade se torna nossa.

Isso é tudo o que Deus quer, ser nossa vida através de um relacionamento. Ele não nos deixou sua palavra como um memorando que, após deixado, a pessoa se ausenta por já haver deixado as ordens escritas. Deus nos quer numa proximidade íntima dele. Só assim viveremos a graça verdadeira.

Deus não vê como o homem quarta-feira, dez 24 2008 

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“Não se impressione com a aparência deste homem” – 1 Sm 16.7

Samuel foi enviado por Deus à casa de Jessé com o propósito de ungir o nome rei de Israel. Chegando lá, ao olhar para Eliabe, um dos filhos de Jessé, Samuel ficou impressionado com sua altura e com sua aparência. Aquele moço tinha “pinta” de rei. Foi aí que Deus lhe disse: “Não se impressione com a sua aparência”. De fato, a aparência de algumas pessoas podem nos impressionar. Existem pessoas de aparência imponente. Há pessoas a quem nós olhamos e já imaginamos um futuro glorioso. Há pessoas a quem nós visualizamos neste ou naquele cargo. Mas o tempo passa e…

Eliabe não seria o novo rei de Israel. O novo rei de Israel estava lá fora cuidando de ovelhas e nem sequer foi convidado para aquela reunião com o profeta. Ele era apenas um jovem que, apesar de belo, não tinha o porte de um rei. Ele era corajoso a ponto de enfrentar leões e ursos para defender seu rebanho, mas, ninguém via quando ele fazia isso. Ele era leal e obediente, mas, não tinha porte de rei.

Tanto Samuel como o povo de Israel tinham tido a experiência de terem um homem belo e alto governando o povo, e a experiência não foi das melhores.

A preciosidade de Davi estava em seu coração. E nós precisamos do colírio de Deus para limpar nossa vista a fim de que possamos ver com os olhos de Deus. “Eu vejo o coração”, disse Deus. É assim que ele quer que nós vejamos também.

Acerca de Paulo se dizia: “Ele é tímido e, quando fala, é um fracasso” (2 Co 10.10). Mas Paulo era um vaso de barro cheio de tesouros espirituais (2 Co 4.7).

Só Deus pode nos livrar do cativeiro de sermos levados por aquilo que nossos olhos estão vendo. Só Deus para nos fazer ver que aquilo que é elevado diante dos homens é abominação diante de Deus (Lc 16.15).

Só Deus para fazer as escamas caírem de nossos olhos.

Encontrou Somente Folhas terça-feira, dez 23 2008 

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Quando chegou perto, encontrou somente folhas – Mc 11.13

Jesus disse que pelos frutos pode se conhecer a árvore. (Mt 12.33) Assim como os frutos são resultado da natureza de uma árvore, as atitudes e comportamentos são o resultado da natureza do homem. Aquilo que eu sou vai determinar o que eu faço.

Jesus viu uma figueira cheia de folhas e, desejando saciar sua fome procurou nela frutos, mas não achou. Ele amaldiçoou aquela árvore, pois as folhas da aparência não podem saciar a fome do Senhor. A única coisa que aquela árvore tinha era aparência. Mas, como diz o velho ditado, as aparências enganam.

Deus procura os frutos de retidão em minha vida no meu dia-a-dia. E não é somente Deus quem procura estes frutos. As pessoas com quem convivemos também os procuram. Os frutos que eu produzo falam muito mais auto do que minha carteirinha de membro, do que a Bíblia que eu carrego, do que meu uniforme ou do que meu sorriso. Quem está mais próximo a mim é quem mais pode dizer que tipo de árvore eu sou. É fácil fingir por algumas horas, nos cultos, mas ninguém consegue fingir o tempo todo.

Meu amigo, árvores sem frutos perto estão da maldição. O único jeito de se produzir bons frutos é ser uma boa árvore. E ser uma boa árvore depende de nosso relacionamento com Deus. Ele é a boa terra onde devemos estar Plantados.

Uma Palavra aos Mais Experientes domingo, dez 21 2008 

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Quando alguém está querendo aprender, o conselho de uma pessoa experiente vale mais do que anéis de ouro ou jóias de ouro puro. – Pv 25.12

É interessante como à medida que caminhamos, vemos muitas das nossas experiências se repetindo na vida de pessoas próximas a nós. Muitas vezes ficamos aflitos, pois queremos que eles evitem muitos erros que nós mesmos cometemos. Mas são raras as vezes que eles nos escutam. Aí nós ficamos bravos! Como é que eles não vêm que estão entrando numa fria? Como é que eles não vêm que seria melhor fazer a coisa daquele jeito e não desse? Afinal, eu tenho mais experiência do que eles!

Mas, vamos nos lembrar como nós éramos quando tínhamos a idade deles? Como nós reagíamos quando éramos confrontados com a experiência dos mais velhos? E os erros que cometemos com os quais aprendemos lições preciosas?

Lembrar destas coisas vai nos ajudar a lidarmos com a nova geração. Nós tivemos a liberdade de errar e aprender, e eles também tem.

Mas e os conselhos, onde ficam? É claro que eles são preciosos e devemos dá-los. Mas vamos nos lembrar que conselhos são conselhos e não oráculos. Conselhos devem sair de nossa boca com o tom de sugestão e não de ordem. Os que quiserem ouvir, errarão menos. Os que não quiserem terão o tempo para lhes ensinar o que não quiseram aprender com as palavras.

Vamos nos lembrar que a vida é uma escola.

Parei de Agir Como Criança sexta-feira, dez 19 2008 

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Quando eu era criança, falava como criança, sentia como criança e pensava como criança. Agora que sou adulto, parei de agir como criança – 1 Co 13.11

A igreja de Corinto era uma igreja marcada por divisões, brigas, pecados e confusões. Paulo teve que tratar com cada um destes problemas com rigor. Ao terminar o capítulo 12 de sua primeira epístola a esta igreja, Paulo introduz o próximo capítulo dizendo que mostrará qual é caminho mais excelente: o caminho do amor. Paulo estava dizendo que a raiz destes problemas que a igreja estava enfrentado, na verdade era a falta de amor expresso em suas vidas.

Paulo começa a descrever então o valor e o que é este amor. Ele mostra que este amor não é tanto uma questão de sentimento e sim de comportamento e atitude. Independente do que eu sinto, minhas atitudes é que mostram a presença ou não deste amor em minha vida.

Paulo diz que as coisas que estavam causando tantos problemas à igreja na verdade não passavam de infantilidade, pois andar em outro caminho que não o do amor é ser infantil. Isso deve ter doído, pois a igreja dos coríntios era conhecida por ter tantos dons espirituais em ação. O povo profetizava, falava em línguas, interpretavam as línguas, recebiam revelações e muito mais. Mas, Paulo disse que eles não passavam de crianças. É isso aí! Dons espirituais não são prova de maturidade.

Paulo diz a eles que era hora de deixarem de serem crianças.

O comportamento infantil só é bonitinho em seu tempo certo. À medida que o tempo passa, a infantilidade vai ficando feia. A pureza, a inocência, o senso de dependência e a confiança da criança devem ser mantidos, mas, o demais deve ser deixado para traz.

O amor é o caminho da maturidade verdadeira.

O adulto é paciente e bondoso – O infantil quer tudo na hora e é cruel;

O adulto não é ciumento, nem orgulhoso, nem vaidoso – O infantil tem ciúmes de tudo, não dá o braço a torcer e se envaidece com qualquer coisa;

O adulto não é grosseiro nem egoísta; não fica irritado, nem guarda mágoas – O infantil não se importa de falar o que quer, é enjoadinho e melindroso;

O adulto não fica alegre quando alguém faz uma coisa errada, mas se alegra quando alguém faz o que é certo – O infantil acha engraçado quando alguém tropeça e cai, para ter de que acusá-lo;

O adulto nunca desiste, porém suporta tudo com fé, esperança e paciência – O infantil desiste fácil das pessoas, basta ouvir um não ou ser contrariado.

Diante desta descrição, só podemos pedir a misericórdia de Deus. Há muitos aspectos em nossas vidas que ainda têm traços de infantilidade. Estes são as fontes de nossos problemas e conflitos.

Que possamos dizer como Paulo: Parei de agir como criança.

Quando não somos mais o centro das atenções quarta-feira, dez 17 2008 

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“Que ele cresça e que eu diminua” – Jo 3.30

Vemos a história de Jacó se desenrolando no livro de Gênesis até o momento em que começa a história de José. Jacó ainda estava vivo, mas as atenções se voltaram para José. Há aí uma lição que devemos guardar. Deus chama as atenções para seu plano na vida de uma pessoa e num certo ponto as atenções se voltam para outra pessoa. A grande pergunta é: como reagimos quando deixamos de ser o centro das atenções? Qual é o nosso sentimento quando vemos um mais novo “brilhando” mais do que nós?

(mais…)

Aquietai-vos segunda-feira, dez 15 2008 

 

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Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus – Sl 46.10

No meio das lutas e tempestades, Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na hora da angústia. O salmista falava das guerras enfrentadas pelo povo de Israel. Mas, quem não tem suas guerras? Nós temos sim nossas batalhas a enfrentar, em casa, no trabalho, na igreja, e Deus continua sendo nosso refúgio. Ele é Aquele que vem nos socorrer, mas quer que façamos algo: que nos aquietemos. Eis uma coisa que muitas vezes é a mais difícil de se fazer.

Quando as lutas vêm, nos agitamos, queremos fazer dez coisas ao mesmo tempo, perdemos o sono, queremos tirar satisfações, falar poucas e boas, nos revoltamos. Mas Deus ordena: “Aquietai-vos”.

Não existe o que possa atrapalhar mais um salva-vidas do que a agitação de quem está se afogando. Alguns salva-vidas têm que esperar a pessoa cansar de se debater para então socorrê-las. Nossa agitação também impede a Deus de nos socorrer. Ele também, às vezes, espera que nos cansemos e paremos de nos debater para vir nos salvar.

Quando aprendemos a nos aquietar, é ai que vemos Deus agir.

Então ouça a ordem de Deus e se aquiete.

Pare de lutar e se aquiete.

Pare de se revoltar e se aquiete.

É Ele que faz cessar as guerras. Então…

Aquietai-vos!!!

 

Pr Edmilson

Que vantagem tem Israel… e a Igreja? sexta-feira, dez 12 2008 

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Rm 2.17-29

Sem dúvida, o povo de Israel ocupou uma posição importante diante de Deus. Eles foram o povo escolhido para mostrar ao mundo quem é o único Deus verdadeiro. Eles receberam a lei de Deus e se orgulhavam disso. Gostavam de ser guia de cegos e luz para os que estavam nas trevas. Eles eram os grandes instrutores, pois, pela palavra de Deus, eles sabiam o que era certo e o que era errado. Eles eram o povo de onde viria o Messias. Mas…

Eles entenderam errado sua posição diante de Deus e entenderam errado o papel da lei de Deus. Eles não foram salvos do Egito por guardarem a lei. Eles veneravam a lei, mas deixavam que ela ficasse somente em tábuas de pedra e não em suas vidas. Eles consideravam Deus como uma propriedade sua e não que eles eram uma propriedade de Deus. Esta mesma lei foi se tornando uma religião que mexia com o exterior do homem mas não tocava em sua conduta e em suas intenções.

Eles ensinavam, mas não viviam o que ensinavam. Eles condenavam o adultério publicamente, mas cobiçavam em segredo. Eles abominavam os ídolos de pedra e de metal, mas formavam ídolos em seus corações. Eles decoravam os livros da lei a ponto de citar desde o Gênesis até o Deuteronômio de cor sem encarnar o espírito desta lei. Sim, para eles era suficiente decorar um versículo ao invés de vivê-lo. Eles chamavam de incircuncisos a qualquer um que não fosse da nação, lembrando que eles não faziam parte da aliança com Deus, mas não observavam que muitos destes gentios a quem não foi dada nenhuma pedra com mandamentos guardavam as leis de Deus inscritas em suas consciências. Eles diziam aguardar o Messias, mas quando ele apareceu, foi rejeitado por eles.

Por essas coisas, Paulo diz que eles eram indesculpáveis diante de Deus.

Mas, seria somente a eles que essas palavras estriam se dirigindo? E a igreja hoje, estaria em melhores condições diante de Deus?

Se nos analisarmos com cuidado veremos que em muitas coisas nos assemelhamos a Israel. Tomemos cuidado para que não nos tornemos um povo que idolatra um livro mas não consegue vivê-lo. Tomemos cuidado para que não nos satisfaçamos em decorar versículos da Bíblia a ponto de nos tornarmos verdadeiras concordâncias bíblicas sem que estes mesmos versículos tenham qualquer influência sobre nosso caráter. Tomemos cuidado para que não sejamos o povo que fala tanto do Messias, mas que quando Ele se manifesta, não o reconhecemos ou até nos opomos a Ele.

Israel foi cortado por conta desta perversão dos caminhos de Deus. E nós? O que será de nós? Que Deus tenha misericórdia!

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